Luca Moreira

Luca Moreira recebe Banda Manash para entrevista

Amor, amizade, carinho e companheirismo: essas são as quatros características que podemos usar para resumir o que uni os quatros velhos amigos com mais de 15 anos de história na Banda Manash.

O mesmo grupo responsável pelo sucesso “Abrace” em julho, acaba de lançar seu novo single chamado “Quis Ficar”, baseado na história de vida dos integrantes. A canção que conta com acordes envolventes e emocionantes, traz uma história que muitos se identificam no dia-a-dia, que é inspirada na rotina de um casal, em que a esposa trabalha viajando e a música mostra exatamente a história pela perspectiva dela.

Como surgiu a formação da banda?

Rafa: Faz muito tempo que nós nos conhecemos, somos amigos de longa data, esta formação vem desde 2001, demos um tempo e retomamos a banda a cerca de um ano.

De onde veio o nome “Manash”?

Giuliano: A minha mãe (Giuliano) teve um sonho de que o nome tinha que ser cigano. Nós encontramos um nome que já existia, testamos outros nomes e achamos Manash. Manash significa humano. Tem um significado que representa bem o que a gente tenta transmitir em nossas músicas.

Hoje em dia, o cenário musical conta com diversos ritmos diferentes. O que os fez escolher a linha do pop e do folk?

Renato: Isso é uma influência que já está em nosso DNA, nós temos gostos bem diversificados dentro da banda, mas o que prevalece é o Pop Rock e o Folk.

O que os inspirou a produzir o single “Quis Ficar”?

San: Essa é uma história muito pessoal (Giuliano), fiz essa música para minha esposa, me inspirei na nossa rotina. Ela trabalha viajando, e nessa música eu canto a perspectiva dela, sempre tendo que partir, mesmo muitas vezes querendo ficar.

Quais são as expectativas para o lançamento do novo DVD nesse semestre?

Giuliano: Nós estamos muito ansiosos, é muito legal ver a reação da galera, não esperávamos esse retorno que estamos tendo com as visualizações e também a interatividade do público com a banda. Estamos com os pés no chão mas estamos curtindo muito este momento.

Como foi trabalhar com o produtor Tchucka Jr?

Renato: O Tchucka Jr. (Mestre dos Magos rsrs) é um cara muito criterioso, ele cobrou muito da gente no processo da gravação e o resultado ficou acima do que esperávamos, ele é um cara que tem uma baita visão do negócio.

Antes da formação do grupo, os integrantes já haviam tido outras experiências musicais?

San: Sim, tem muita coisa, desde roadie, músico de apoio, músico de igreja até técnico de mixagem e masterização. Nós sempre estivemos de alguma forma ligados a música.

Falem um pouco sobre a experiência de vocês durante as gravações do disco?

Rafa: Foi uma experiência única, já havíamos gravado antes mas não com a qualidade, o profissionalismo e a forma como se deu todo este processo. Tínhamos um esboço das músicas e contamos com a produção do Tchucka Jr. neste trabalho.

 

Deixem uma mensagem para o público!

Manash: Queremos convidar a todos para conhecer nosso trabalho, entrar em nossas redes sociais, em nosso Spotify, Deezer, Apple Music, YouTube…  agradecer a todo mundo que já está curtindo nossas músicas e agradecer também a oportunidade que você Luca Moreira, está nos dando de falar um pouquinho do Manash para o seu público. Um grande beijo e Abraço!

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Sobre o autor

Luca Moreira

Luca Rocha Moreira nasceu em Niterói – RJ, no dia 14 de maio de 1998. Descendente de família mineira por parte de mãe, é filho da funcionária pública Lucia Maria Rocha da Silva e do designer gráfico Luiz Carlos Falcão Moreira. Estudou a infância toda em rede particular de ensino e durante o ensino médio, cursou integração com técnico em engenharia naval pela Escola Técnica Estadual Henrique Lage, unidade componente da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro, onde participou de diversos protestos relacionados ao grêmio estudantil.

Enquanto estava cursando a escola, iniciou um curso de interpretação teatral na Oficina Social de Teatro, onde teve seu primeiro contato com as artes cênicas, onde recebeu aulas do ator e professor Alécio Abdon, porém se retirou do curso por motivos de dificuldade em interpretar seus personagens. Ainda no segundo grau, montou uma página no Facebook, onde começou a falar de múltiplos assuntos, entre eles esportes, nutrição e cultura. Em março de 2016 foi descoberto pela produtora teatral Grazi Luz, dona da Fazart Produções Artísticas, quando recebeu seu primeiro convite para ser aprendiz de comunicação da companhia, ainda que com 17 anos.

Seu interesse pelo jornalismo teve início alguns meses após sair da produtora, quando começou a publicar artigos no “Almanaque Mídia” na época comandado por Esdras Ribeiro. Algumas semanas depois do fechamento do portal, foi abordado pelo jornalista brasiliano Daniel Neblina, que o convocou para integrar o time de colunistas do “RegistroPop”, onde despontou como entrevistador-chefe do veículo, foi aí que iniciou sua carreira como jornalista.








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