Luca Moreira

Luca Moreira entrevista humorista Raphael Ghanem sobre “Noite da Comedia Improvisada”

Saindo de sua 3ª temporada no Rio de Janeiro, a peça “Noite da Comédia Improvisada”, dirigida por Aarhon Pinheiro, Priscila Lobo e Raphael Ghanem, trata-se de um show de comédia com uma sequência de quadros que giram em torno de sugestões da plateia, seguindo uma linha antiga de shows de improvisação.  Dotado de referências que fazem o público gargalhar a cada momento da apresentação, o cuidado com as referência passa a ganhar muita atenção, como é o caso de celebridades e personagens famosos, evitando qualquer tipo de preconceito ou discriminação.

A ideia do projeto teve inicio entre os diretores, pois queriam poder resgatar o espirito coletivo entre eles, que seria “um por todos e todos por um”, definindo assim o que seria o teatro. Aclamada entre os fãs do gênero, a produção já recebeu a atenção de nomes consagrados no mercado do entretenimento, como Frida Richter, Josie Pessôa, Adriana Birolli, Cacau Potásio, Mario Farias, Rafael Zulu, Matheus Lisboa, e Thaty Taranto.

Em entrevista exclusiva, o diretor e apresentador do espetáculo Raphael Gharem, revelou que a principal dificuldade e cuidados que se enfrenta no palco é o entendimento das necessidades da cena, a luta contra a ansiedade, a clareza e a convicção. A peça já esteve em julho no Teatro Leblon, mais atualmente segue no Teatro Fahion Mall em São Conrado.

Como nasceu o projeto “Noite da Comédia Improvisada”, e quais são os valores que desejam passar com a peça?

A ideia surgiu para resgatar o espirito coletivo em mim e em meus amigos! Como se fosse “um por todos e todos por um” e esse um é o teatro! Estamos fazendo um movimento que faz bem para os envolvidos e para quem assiste!

Em comparação com outros gêneros teatrais, a comédia necessita de um certo timing para gerar o humor, quais são os principais desafios e cuidados que vocês têm que enfrentar no palco?

Entendimento das necessidades da cena, luta contra ansiedade, clareza e convicção.

A peça conta com vários quadros, trazendo um contexto diferente em cada. Como foi pensado o desenvolvimento desses quadros?

Seguimos uma linha antiga de formato de show de improvisação. Jogos teatrais com temas dados pela plateia, não sei ao certo quando e com quem surgiu isso! Estamos cada vez mais adaptando e gerando o nosso formato. Até jogos temos autênticos.

Durante a apresentação, o elenco costuma utilizar muitas referências como cidades, monumentos, personagens famosos e etc… porém com a plateia cheias de ideologias diferentes, o cuidado com essa prática de referências se torna mais evidente?

Abordamos somente referencias coletivas! Evitamos todo tipo de preconceito e discriminação.

Como foi o primeiro contato dos diretores e do elenco?

Esse primeiro contato costuma ser longo. Em um vasto bate papo sobre comédia, Raphael Ghanem esclarece dúvidas e ensina o formato de jogo. A Forma do show. o Esqueleto de cena.

Já na sua terceira temporada aqui no Rio, durante essas apresentações, qual foi o momento mais marcante que tiverem?

Certa vez montamos um espetáculo parodiando o próprio espetáculo. Em homenagem ao crime organizado do Rio criamos “A Noite do Crime Improvisado”. Foi inesquecível, precisamos desvendar um crime perfeito.

Deixe uma mensagem para o público.

Sem dúvidas o papel do artista vai alem do entretenimento! Distrair é uma das funções mais simples que temos! Todos que saem do nosso show, saem transformados, arrebatados por tamanha alegria que contagia todo palco. O campo da ilusão é bastante explorado e assim o publico se diverte e aplaude. incentive a cultura da cidade do Rio de Janeiro! vá ao teatro e ajude a movimentar conteúdo de valor para o mundo.

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