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Luca Moreira entrevista Di Ferrero, ex-vocalista do NX Zero

Nascido em Mato Grosso do Sul, o cantor Di Ferrero ficou nacionalmente conhecido após ter sido o principal vocalista da banda NX Zero, recebendo prêmios como o VMB e o Multishow.

Atualmente ele segue carreira solo, lançando singles como “Abra a Felicidade”, “Coke Star” com Sophia Abrahão, e mais recentemente “Sentença” e “No Mesmo Lugar”, lançadas no ano passado. Fez parcerias com a cantora Nelly Furtado, Túlio Dek, Rouge, Pitty, MV Bill, Eric Silver e uma apresentação do grupo Melanina Carioca durante a gravação do DVD “Burn On Stage”.

Na televisão, se destacou como jurado no “X-Factor Brasil” e “SuperStar”, além de ser assistente de Lulu Santos no “The Voice Brasil” entre os anos de 2014 e 2015.

Como foi que sua história na música teve início? Minha história na música iniciou aos 7 ou 8 anos de idade. Eu cantava numa banda e no coral na igreja. A primeira vez que subi no palco foi no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. Cheguei a gravar clipe e gravar algumas músicas.

Um de seus mais novos lançamentos foi o single “Amor Falso”, que trata de um cover da música de Aldair Playboy, Wesley Safadão e Kevinho. O que te levou a fazer uma nova versão? Quando ouvi essa música achei ela simples e sincera. Decidi gravar e, a partir daí, busquei encontrar um lado que eu poderia trazer para o meu mundo.

Recentemente você participou como jurado no “SuperStar” da Rede Globo. Fale um pouco sobre essa experiência. Foi muito bom participar do programa, a ideia e o formato são bem legais. É um programa que mostra, além da música, um outro lado das pessoas que já vivem no meio artístico. Um experiência diferente do X-Factor, que já fui jurado, e do The Voice, que fui assistente do Lulu, por exemplo.

Com é a sua relação de trabalho com o produtor Guiza Ribeiro? O Guiza é um cara muito talentoso, curte desafios em todo o projeto que faz. Além de ter bom gosto musical, ele sabe exatamente te direcionar no estúdio.

O que te inspirou a fazer a música “Sentença”? Esperava uma aceitação tão grande por parte do público? Me inspirei em descobrir um novo caminho em um momento que poderia ser conturbado na minha vida. Esse novo cotidiano me fez escrever várias músicas, é ótimo ver a galera toda se identificando. Acho que isso acontece porque falamos a mesma língua.

Casado com a modelo Isabella Fontana, saiu esse ano o clipe de “No Mesmo Lugar”. Como foi gravar esse clipe na companhia dela? Gravar o clipe de “No Mesmo Lugar” com ela foi muito verdadeiro, justamente porque a música fala de um momento que nós dois vivemos. Estar com ela é sempre bom!

A respeito da colaboração com o Rael em “Freeman”, conte-nos um pouco sobre o envolvimento de vocês dois nesse projeto. Rael é um artista que admiro. Ele coloca, no som, a vida e o cotidiano. “Freeman” fala de liberdade, mas é uma liberdade interior. Quando conversamos, senti que temos muitas coisas em comum. Foi por isso que o convidei para fazer essa parceria comigo.

Um tema presente em suas composições é o amor, e uma abordagem muito boa desse assunto é “Você Devia se Amar”. Conte como foi a história dessa música. Eu fiz essa música para falar sobre amor próprio, sobre como se colocar no lugar do outro e tentar realmente entender determinada situação. É uma letra mais reflexiva que carrega uma mensagem que, para mim, é bem importante.

Quais são suas expectativas para a carreira no ano que vem? Já existem planos? Bom, esse ano tem a primeira parte de um álbum. Fora isso, também tenho alguns projetos que são diferentes de tudo que faço — mas tudo envolvendo música.

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About the author

Luca Moreira

Luca Rocha Moreira nasceu em Niterói – RJ, no dia 14 de maio de 1998. Descendente de família mineira por parte de mãe, é filho da funcionária pública Lucia Maria Rocha da Silva e do designer gráfico Luiz Carlos Falcão Moreira. Estudou a infância toda em rede particular de ensino e durante o ensino médio, cursou integração com técnico em engenharia naval pela Escola Técnica Estadual Henrique Lage, unidade componente da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro, onde participou de diversos protestos relacionados ao grêmio estudantil.

Enquanto estava cursando a escola, iniciou um curso de interpretação teatral na Oficina Social de Teatro, onde teve seu primeiro contato com as artes cênicas, onde recebeu aulas do ator e professor Alécio Abdon, porém se retirou do curso por motivos de dificuldade em interpretar seus personagens. Ainda no segundo grau, montou uma página no Facebook, onde começou a falar de múltiplos assuntos, entre eles esportes, nutrição e cultura. Em março de 2016 foi descoberto pela produtora teatral Grazi Luz, dona da Fazart Produções Artísticas, quando recebeu seu primeiro convite para ser aprendiz de comunicação da companhia, ainda que com 17 anos.

Seu interesse pelo jornalismo teve início alguns meses após sair da produtora, quando começou a publicar artigos no “Almanaque Mídia” na época comandado por Esdras Ribeiro. Algumas semanas depois do fechamento do portal, foi abordado pelo jornalista brasiliano Daniel Neblina, que o convocou para integrar o time de colunistas do “RegistroPop”, onde despontou como entrevistador-chefe do veículo, foi aí que iniciou sua carreira como jornalista.








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