Luca Moreira

Luca Moreira entrevista Carolina Oliveira sobre trabalho com Robert Stromberg

Dando inicio a sua carreira em 2005, a atriz paulista Carolina Oliveira, conquistou o coração do público pela primeira vez na série “Hoje é Dia de Maria” do diretor Luiz Fernando Carvalho, onde  interpretou a personagem Mariazinha, que mais tarde a levou a ser a primeira atriz brasileira a concorrer ao Emmy Awards International, sendo finalista entre as melhores atrizes do mundo.

Estreou nos cinemas em 2006 com o curta “Sexta-feira de Noite”, produzido para um projeto do Canal Brasil. Na teledramaturgia, sua primeira novela foi “Páginas da Vida”, como a racista e preconceituosa Gabriella. Participou também da primeira edição da Dança dos Famosos para Crianças, do Domingão do Faustão, sendo uma das finalistas.

No ano de 2009 deu vida à rebelde indiana “Chanti Ananda” na novela Caminho das Índias. A personagem fugia dos costumes indianos e vinha para o Brasil estrelar um filme de Bollywood. A novela foi um enorme sucesso e ganhou o Emmy Awards. Um ano depois, Carol retornava a Globo na novela “Ti, Ti, Ti” de Maria Adelaide Amaral dirigida por Jorge Fernando.

Em 2015, estrelou ao lado de Dira Paes, Leticia Sabatela, Angelo Antonio, José Mayer e Thiago Martins o longa “Encantados” da diretora Tizuka Yamazaki. Nesse mesmo ano, a atriz estrou o musical “Dias de Luta Dias de Glória”, em homenagem ao músico Chorão morto em 2013. Ainda em 2015, foi Natasha em “I Love Paraisópolis”.

O ano de 2016, foi um ano bastante importante, pois marcou o inicio da carreira internacional de Carolina, quando trabalhou com Ken Nolan e Robert Stromberg, que na época havia acabado de dirigir “Malévola” com Elle Fanning e Angelina Jolie. Em 2017, finalizou as gravações do longa “Amor Assombrado” de Wagner de Assis, além de gravar série com a atriz Paloma Bernardi.

Atualmente está com a personagem Nanda na série “Juacas 2” do canal Disney Channel.

Quando foi que a arte começou a ganhar espaço na sua vida?

Foi completamente por acaso, mas foi aos 9 anos quando passei no teste do hoje é dia de maria. Antes disso nunca tinha feito nada relacionado a arte.

Na época em que fazia a personagem Mariazinha em “Hoje É Dia de Maria”, recebeu várias indicações ao prêmio Emmy Awards International, sendo ainda a primeira atriz brasileira indicada ao prêmio. Como foi concorrer a um prêmio tão consagrado pelo público?

Eu não tinha muita ideia de tudo o que isso significava, eu fiquei muito feliz e aproveitei a viagem pra NYC mas não entendia muito a dimensão daquilo tudo. Hoje eu ente

ndo e sou muito grata por ter vivido isso!

O filme “Sexta-Feira de Noite” em 2006 marcou sua estreia nos cinemas. Como foi a experiência de estar aplicando suas habilidades nas telonas?

Foi muito gostoso, foi meu primeiro trabalho no cinema, um curta metragem, que eu tive ainda a oportunidade de estar em cena com o meu irmão mais novo, me diverti muito!

Na novela “Páginas da Vida”, a personagem Gabi ficou marcado pelo racismo e pelo preconceito. Como foi interpretar uma personagem tão densa?

Era um pouco difícil, eu me sentia mal com as maldades que a Gabi fazia, mas entendia que não era eu, era personagem, desde cedo eu aprendi a separar isso, mas na rua as pessoas às vezes confundem, eu apanhei bastante do público naquela época (risos).

Sobre a série “As Brasileiras” em 2012, como foi contracenar com a atriz Dira Paes?

A Dira é uma atriz que eu admiro muito, e sempre todo mundo falou o quanto éramos parecidas. Poder trabalhar com ela, não só em As Brasileiras mas também em TiTiTi, caminho das índias e no longa Encantados foi incrível! Ela é uma das pessoas com quem eu mais aprendi trabalhando!

Em 2015 estreava o musical “Dias de Luta, Dias de Glória”, uma homenagem ao músico Chorão morto em 2013. Oquê significou para você participar desse momento tão especial para os fãs da música?

Foi um momento muito especial pra mim também porque o Chorão foi uma das primeiras pessoas que me incentivou na música. Então eu pensei que se fosse pra começar a cantar em público, não tinha lugar melhor pra fazer isso do que numa peça em homenagem à ele.

Ainda no ano de 2015, participou do elenco de “I Love Paraisópolis” do diretor Wolf Maya. Como foi sua experiência de trabalho com o diretor?

O Wolf é um diretor incrível, foi ótimo poder conhecer o jeito de trabalhar dele, aprendi muita coisa e me diverti muito também! A Natasha foi um super presente!

Como foi trabalhar ao lado de Robert Stromberg e Ken Nolan?

Foi lindo, eles me receberam tão bem que eu me senti em casa! Uma experiência única que eu espero poder repetir!

Quais são suas inspirações como atriz?

Tudo me inspira, o texto, os outros atores, o público. O objetivo é sempre tocar a plateia de alguma forma.

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Sobre o autor

Bruno Cunha de Sousa