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Luca Moreira e Marla Euzébio conversam sobre bullying em entrevista

Marla Euzébio é destas mulheres admiráveis que inspiram outras tantas por aí. Há dez anos, a bela viu sua vida mudar e sua autoestima baixar quando engordou subitamente e passou a ser alvo de bullying por pessoas próximas a ela. Com determinação, Marla transformou o corpo em um exemplo de estilo fitness e conquistou milhares de seguidoras em busca de dicas e estímulo.

O início de uma jornada em busca de melhorar fisicamente e principalmente manter uma vida saudável passou a ser referência da musa fitness e com reeducação alimentar e acompanhamento de profissionais da saúde e nutrição, Marla Euzébio hoje encanta a todos com suas formas esculturais e reúne diversas pessoas, em suas redes sociais, que se espelham na mudança de vida dela.

Se empenhando para manter o estilo de vida fitness, a bela destaca-se nas redes sociais com fotos e vídeos que mostram sempre sua rotina de treinos e alimentação saudável, além dos trabalhos realizados com moda fitness.

Quando começou seu interesse pelo mundo fitness? Eu estava gorda, acima do peso e comecei a ser motivo de chacota, Bullying. Neste período comecei a ler muito sobre as possibilidades que eu tinha para modificar meu corpo de um jeito saudável e assim, me interessei por essa área.

Há dez anos atrás, passou a sofrer bullying em razão da sua forma física, um acontecimento que está cada vez mais presente no mundo, infelizmente. Como vê essa situação? Nossa era horrível sofri muito. É difícil ser chamada de gorda, feia e principalmente ser rejeitada, simplesmente por não se adequar ao padrão imposto. Precisamos muito falar sobre bullying com nossas crianças e adolescentes, é um assunto recorrente e que pode destruir a vida do outro. Por outro lado, vejo que posso ser um instrumento de incentivo para mudança, mas sempre mudar para que você mesma se sinta bem e nunca para agradar o outro.

Após os traumas que teve, realizou uma grande transformação e virou um exemplo de superação. Você se considera a favor da padronização da beleza? Não, a beleza não deve ser padronizada jamais. Cada um deve se sentir bem consigo mesmo, independente de mudanças físicas. Eu optei por cuidar do meu corpo e da minha saúde, como um todo e isso me fez bem! Mas jamais o outro pode impor o que lhe é bonito ou não, temos a liberdade de ser quem desejamos, nossa obrigação é sim cuidar de nossa saúde física e mental.

Se tornando um exemplo de estilo fitness para o público, conseguiu conquistar milhares de seguidores que vieram principalmente em busca de dicas e estímulos. Acha que essa recepção do pessoal para a causa é importante para a conscientização contra o bullying? Sim. Ajuda bastante, pois eu recebo diariamente mensagens de seguidores, que estão acima do peso e falam que começaram a se cuidar depois me seguirem e verem minhas dicas, principalmente porque sempre reforço que o ideal é cuidar de si internamente e da saúde para somente depois os resultados do corpo aparecerem. Quando a pessoa está consciente de quem é e se aceita, o bullying perde a força e o impacto em nossas vidas é bem menor.

Qual é a sua maior dica para quem está insatisfeito com seu corpo e deseja mudar? Buscar sempre soluções saudáveis e que não prejudiquem nem sua condição física tão pouco sua parte psicológica. A ajuda de profissionais é fundamental e não existe milagre além de boa alimentação e exercícios físicos.

Nos dias de hoje, quais são os principais cuidados que toma em relação ao seu corpo? É praticante de esportes? Sou muito focada na questão alimentar para me manter saudável e também para um gerenciamento controlado do meu peso. A prática da musculação é fundamental para os cuidados estéticos também.

Qual a importância de ter um acompanhamento profissional em sua trajetória para o corpo perfeito? Até onde você foi para conquistar o seu? Sempre digo que temos que confiar em que estudou, e muito para cuidar do outro. Os profissionais de saúde e nutrição fazem parte da minha rotina de vida e só realmente obter resultados quando passei a ser acompanhada por profissionais especializados. Acredito muito que o ápice de qualquer mulher é conseguir manter um foco na reeducação alimentar e na prática de exercícios e assim eu sigo diariamente. Mas já fiz intervenções cirúrgicas também, dentre elas a colocação de próteses mamárias e uma lipoaspiração.

Além disso tudo, esteve envolvida recentemente com a moda fitness. Qual a sua ligação com o mundo da moda? Sempre fui encantada pela moda fitness e a maneira que encontrei de me inserir neste meio e poder mostrar a todos as peças que mais me identifico foi abrindo uma boutique focada exatamente na venda dessas peças. Lá vendo além de roupas para malhação, muitos biquínis para todos os gostos.

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Sobre o autor

Luca Moreira

Luca Rocha Moreira nasceu em Niterói – RJ, no dia 14 de maio de 1998. Descendente de família mineira por parte de mãe, é filho da funcionária pública Lucia Maria Rocha da Silva e do designer gráfico Luiz Carlos Falcão Moreira. Estudou a infância toda em rede particular de ensino e durante o ensino médio, cursou integração com técnico em engenharia naval pela Escola Técnica Estadual Henrique Lage, unidade componente da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro, onde participou de diversos protestos relacionados ao grêmio estudantil.

Enquanto estava cursando a escola, iniciou um curso de interpretação teatral na Oficina Social de Teatro, onde teve seu primeiro contato com as artes cênicas, onde recebeu aulas do ator e professor Alécio Abdon, porém se retirou do curso por motivos de dificuldade em interpretar seus personagens. Ainda no segundo grau, montou uma página no Facebook, onde começou a falar de múltiplos assuntos, entre eles esportes, nutrição e cultura. Em março de 2016 foi descoberto pela produtora teatral Grazi Luz, dona da Fazart Produções Artísticas, quando recebeu seu primeiro convite para ser aprendiz de comunicação da companhia, ainda que com 17 anos.

Seu interesse pelo jornalismo teve início alguns meses após sair da produtora, quando começou a publicar artigos no “Almanaque Mídia” na época comandado por Esdras Ribeiro. Algumas semanas depois do fechamento do portal, foi abordado pelo jornalista brasiliano Daniel Neblina, que o convocou para integrar o time de colunistas do “RegistroPop”, onde despontou como entrevistador-chefe do veículo, foi aí que iniciou sua carreira como jornalista.








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