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Luca Moreira adere campanha para levar água potável a países na África

Recentemente o jornalista e entrevistador Luca Moreira começou a desenvolver interesse pelo aplicativo “Ribon”, focado em utilizar bônus conquistados pelos usuários para apoiarem diversas causa humanitárias em todo mundo.

 

Luca se interessou pela ideia e começou a fazer sua parte através da plataforma, doando principalmente para causas que visam levar água potável para países africanos como Quênia, Malawi e Uganda, através do Instituto Bancorbrás.

 

A motivação para se juntar aos usuários foi porque há um mês atrás, Moreira tentou doar sangue, desejo que tinha desde seus 18 anos, porém teria sido barrado por estar consumindo medicamentos psicoativos, devido um problema relacionado a ansiedade que sofre desde criança.

 

Em um depoimento, o jornalista diz que até pensou em outras formas de ajudar como medula óssea ou até mesmo se candidatar a doação de órgãos, porém a segurança ainda é uma coisa que ainda falta.

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Sobre o autor

Luca Moreira

Luca Rocha Moreira nasceu em Niterói – RJ, no dia 14 de maio de 1998. Descendente de família mineira por parte de mãe, é filho da funcionária pública Lucia Maria Rocha da Silva e do designer gráfico Luiz Carlos Falcão Moreira. Estudou a infância toda em rede particular de ensino e durante o ensino médio, cursou integração com técnico em engenharia naval pela Escola Técnica Estadual Henrique Lage, unidade componente da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro, onde participou de diversos protestos relacionados ao grêmio estudantil.

Enquanto estava cursando a escola, iniciou um curso de interpretação teatral na Oficina Social de Teatro, onde teve seu primeiro contato com as artes cênicas, onde recebeu aulas do ator e professor Alécio Abdon, porém se retirou do curso por motivos de dificuldade em interpretar seus personagens. Ainda no segundo grau, montou uma página no Facebook, onde começou a falar de múltiplos assuntos, entre eles esportes, nutrição e cultura. Em março de 2016 foi descoberto pela produtora teatral Grazi Luz, dona da Fazart Produções Artísticas, quando recebeu seu primeiro convite para ser aprendiz de comunicação da companhia, ainda que com 17 anos.

Seu interesse pelo jornalismo teve início alguns meses após sair da produtora, quando começou a publicar artigos no “Almanaque Mídia” na época comandado por Esdras Ribeiro. Algumas semanas depois do fechamento do portal, foi abordado pelo jornalista brasiliano Daniel Neblina, que o convocou para integrar o time de colunistas do “RegistroPop”, onde despontou como entrevistador-chefe do veículo, foi aí que iniciou sua carreira como jornalista.








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