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Erika Schneider responde críticas sobre “roubo” de pão de queijo na festa do Neymar em Paris

Um dos assuntos mais comentados do momento foi a festa do jogador Neymar Jr. em Paris. Mas quem roubou a cena, literalmente, foi a bailarina do Faustão Erika Schneider, que postou no stories do Instagram um brincadeira “roubando” pão de queijo na festa.

O caso repercutiu bastante na rede social, e houve quem não entendesse a brincadeira da bailarina. Erika respondeu aos haters: “Fiz uma brincadeira, pois adoro pão de queijo. Tudo bem estava meio duro o pão, mas mesmo assim eu gosto. E o que que tem roubar uns pãezinhos de queijo? Não são para comer? (risos). É igual roubar docinho de festa. No dia seguinte não dei conta de tantos comentários e mensagens na rede social. Acredita que teve gente recriminando? Eu não vou me preocupar com meus passos e atitudes por causa de opiniões. Vivo a vida do meu jeito”, disparou.

Erika também comentou que existe um um estereótipo associado a mulheres bonitas : “querendo ou não o povo tem não preconceito, mas uma imagem na cabeça de que mulher bonita geralmente tem que manter a classe, ser refinada. Eu sou uma pessoa simples, e não vou mudar pelo fato de estar na TV ou de ter uma aparência que algumas pessoas julguem que tenho de ser o que elas imaginam. Sou simples, transparente, e muito além de um rostinho bonito, sou de verdade”, conclui.

Fonte: MF Press Global

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Sobre o autor

Luca Moreira

Luca Rocha Moreira nasceu em Niterói – RJ, no dia 14 de maio de 1998. Descendente de família mineira por parte de mãe, é filho da funcionária pública Lucia Maria Rocha da Silva e do designer gráfico Luiz Carlos Falcão Moreira. Estudou a infância toda em rede particular de ensino e durante o ensino médio, cursou integração com técnico em engenharia naval pela Escola Técnica Estadual Henrique Lage, unidade componente da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro, onde participou de diversos protestos relacionados ao grêmio estudantil.

Enquanto estava cursando a escola, iniciou um curso de interpretação teatral na Oficina Social de Teatro, onde teve seu primeiro contato com as artes cênicas, onde recebeu aulas do ator e professor Alécio Abdon, porém se retirou do curso por motivos de dificuldade em interpretar seus personagens. Ainda no segundo grau, montou uma página no Facebook, onde começou a falar de múltiplos assuntos, entre eles esportes, nutrição e cultura. Em março de 2016 foi descoberto pela produtora teatral Grazi Luz, dona da Fazart Produções Artísticas, quando recebeu seu primeiro convite para ser aprendiz de comunicação da companhia, ainda que com 17 anos.

Seu interesse pelo jornalismo teve início alguns meses após sair da produtora, quando começou a publicar artigos no “Almanaque Mídia” na época comandado por Esdras Ribeiro. Algumas semanas depois do fechamento do portal, foi abordado pelo jornalista brasiliano Daniel Neblina, que o convocou para integrar o time de colunistas do “RegistroPop”, onde despontou como entrevistador-chefe do veículo, foi aí que iniciou sua carreira como jornalista.








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