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Brasileiro fotógrafo de Demi Lovato é o preferido das celebridades

As imagens artísticas feitas por Emerson chamaram a atenção dos poderosos e dos famosos. Assim Emerson se tornou conhecido devido a sua atuação como retratista de celebridades nacionais e internacionais: “Em setembro de 2017 contratado por Ana Paola Diniz fui o retratista oficial e exclusivo da cantora Demi Lovato em um jantar gala em Nova York, e com isso minha carreira tomou outras proporções. Lá comecei também a fotografar a cidade, e as pessoas que eu fotografo hoje, que são antes de tudo grandes admiradores da arte, souberam do meu trabalho através dos meus quadros assinados de Nova York”, comenta.

Além de Demi Lovato, Emerson fotografou estrelas como Arnold Schwarzenegger, Morgane Polanski . No Brasil Tatá Werneck, Claudia Raia, Karina Bacchi, Bruno Gagliasso, Giovana Ewbank, Caio Castro, Camila Coelho, Ticiane Pinheiro, Helô Pinheiro, Rodrigo Faro, Sasha Meneguel, e políticos como João Dória e o CEO da Riachuelo, Flavio Rocha.

Emerson iniciou-se na fotografia como um entusiasta em 2015, e a partir de 2016 resolveu especializar-se e tornou-se retratista: “meu trabalho está totalmente relacionado a arte, e trago esta visão artística para os retratos que faço”. Essa visão artística diferenciada acabou por chamar a atenção não apenas de celebridades, mas de pessoas influentes do poder, que optaram também pelo retratista para fazer seus quadros e fotos oficiais.

CEOs, políticos, empresários, e formadores de opinião estão entre os clientes de Emerson, que sempre opta pela discrição: “acredito que um dos meus diferencias é esse, de nunca expor o meu cliente. A confiança nos relacionamentos com essas pessoas, aliado ao profissionalismo e qualidade no trabalho”.

Para chegar até a foto perfeita, Emerson tem um processo peculiar quando trata-se dos poderosos: “Na maioria das vezes meus clientes são pessoas ocupadas, que fotografam no escritório, entre uma reunião ou outra. Então para eu chegar em um bom resultado final, eu preciso estudá-los antes. Um estudo de fisionomia, corpo, pensar qual o melhor ângulo dessa pessoa e luz incidental. Tudo tem que ser previamente pensado e estudado. Já quando é um retrato de família, ou na residência eu consigo desenvolver mais pois tenho mais tempo”.

Outra particularidade do retratista são as fotos em preto e branco. Emerson explica o porquê da preferência: “Isto me remete a algo que vai se perpetuar na história. O preto e branco tem uma aura diferente, como se fosse imortal. Além disso minhas referências na fotografia, como Ansel Adams, Arnold Newman, Henri Bressom o próprio Sebastião Salgado, são mestres no P&B”.

O retratista organiza exposições de suas fotografias pelo Brasil, Estados Unidos e Europa, também está lançando um livro com suas fotos de Paris. Nesse eventos expõe seus registros de diversos lugares no mundo como Punta Cana, Nova York, Frankfurt, Miami e Amsterdam.

Fonte: MF Press Global

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Sobre o autor

Luca Moreira

Luca Rocha Moreira nasceu em Niterói – RJ, no dia 14 de maio de 1998. Descendente de família mineira por parte de mãe, é filho da funcionária pública Lucia Maria Rocha da Silva e do designer gráfico Luiz Carlos Falcão Moreira. Estudou a infância toda em rede particular de ensino e durante o ensino médio, cursou integração com técnico em engenharia naval pela Escola Técnica Estadual Henrique Lage, unidade componente da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro, onde participou de diversos protestos relacionados ao grêmio estudantil.

Enquanto estava cursando a escola, iniciou um curso de interpretação teatral na Oficina Social de Teatro, onde teve seu primeiro contato com as artes cênicas, onde recebeu aulas do ator e professor Alécio Abdon, porém se retirou do curso por motivos de dificuldade em interpretar seus personagens. Ainda no segundo grau, montou uma página no Facebook, onde começou a falar de múltiplos assuntos, entre eles esportes, nutrição e cultura. Em março de 2016 foi descoberto pela produtora teatral Grazi Luz, dona da Fazart Produções Artísticas, quando recebeu seu primeiro convite para ser aprendiz de comunicação da companhia, ainda que com 17 anos.

Seu interesse pelo jornalismo teve início alguns meses após sair da produtora, quando começou a publicar artigos no “Almanaque Mídia” na época comandado por Esdras Ribeiro. Algumas semanas depois do fechamento do portal, foi abordado pelo jornalista brasiliano Daniel Neblina, que o convocou para integrar o time de colunistas do “RegistroPop”, onde despontou como entrevistador-chefe do veículo, foi aí que iniciou sua carreira como jornalista.








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